Sintra
Sintra, Portugal
presente
dezembro de 2018
Adolfo Ignacio Calderon (colega )
Esse blog nós criamos para mostrar as coleções que nossa família gosta de fazer. Mas a que achamos mais divertida e que temos orgulho é a de copinhos de souvenir. Essa brincadeira de colecionar começou quando minha cunhada sem saber o que dar de lembrança para meu marido trouxe um copinho da China, e daí por diante os amigos e parentes foram lembrando-se de nós e da nossa coleção e trazendo mais e mais copinhos. Já estamos com 379 copinhos do mundo todo.
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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018
segunda-feira, 28 de maio de 2018
Lisboa (6)
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Lisboa, Portugal
sexta-feira, 28 de julho de 2017
Lisboa (5)
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sábado, 24 de dezembro de 2016
sábado, 18 de abril de 2015
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Lisboa (3)
| Galo de Barcelos |
| Bandeira de Portugal |
| Pontos turísticos em Portugal |
Lisboa, Portugal
Presente
17 de junho de 2013
Paulo Suassuna (amigo da família)
Curiosidade
e informações:
A lenda
do Galo de Barcelos narra a intervenção milagrosa de um
galo morto na prova da inocência de um homem erradamente acusado. Está
associada ao cruzeiro seiscentista que faz parte do espólio
do Museu Arqueológico, situado no Paço dos Condes de Barcelos.
Segundo
a lenda, os
habitantes de Barcelos
andavam alarmados com um crime, do qual ainda não se tinha descoberto o
criminoso que o cometera. Certo dia, apareceu um galego que se
tornou suspeito. As autoridades resolveram prendê-lo, apesar dos seus
juramentos de inocência, que estava apenas de passagem em peregrinação
a Santiago de Compostela, em cumprimento duma
promessa.
Condenado
à forca, o homem
pediu que o levassem à presença do juiz que o condenara. Concedida a autorização, levaram-no à
residência do magistrado, que nesse momento se banqueteava com alguns amigos. O
galego voltou a afirmar a sua inocência e, perante a incredulidade dos
presentes, apontou para um galo assado que estava sobre a mesa e exclamou: "É
tão certo eu estar inocente, como certo é esse galo cantar quando me
enforcarem."
O
juiz empurrou o prato para o lado e ignorou o apelo, mas quando o peregrino
estava a ser enforcado, o galo assado ergueu-se na mesa e cantou. Compreendendo o seu
erro, o juiz correu para a forca e descobriu que o galego se salvara graças a
um nó mal feito. O homem foi imediatamente solto e mandado em paz.
Alguns
anos mais tarde, o galego teria voltado a Barcelos para esculpir o Cruzeiro
do Senhor do Galo em louvor à Virgem
Maria e a São Tiago, monumento que se encontra no Museu
Arqueológico de Barcelos. Este também é representado pelo artesanato minhoto,
geralmente de barro,
conhecida por galo de Barcelos e é um símbolo de Portugal e foi
adotado pelo Gil Vicente como sua mascote.
Fonte: pt.wikipedia.org/wiki/Lenda_do_Galo_de_Barcelos
terça-feira, 30 de abril de 2013
Lisboa (2)
![]() |
| Oceanário de Lisboa |
2. Oceanário de Lisboa
Lisboa, Portugal
Presente
Abril de 2013
Natália Fernandes (irmã)
Curiosidade
e informações:
O Oceanário de Lisboa localiza-se no Parque das Nações, na cidade de Lisboa,
distrito de mesmo nome, em Portugal.
Constitui-se em um aquário público e instituição de pesquisa sobre
Biologia
marinha e Oceanografia. É o segundo maior oceanário do
Mundo e contém uma extensa coleção de espécies
— aves,
mamíferos,
peixes
e outros habitantes marinhos.
Com uma média de um milhão de visitantes por ano, é o segundo equipamento mais
visitado de Portugal depois do estádio da luz.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ocean%C3%A1rio_de_Lisboa
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Lisboa, Portugal
Óbidos (1)
![]() |
| Obidos |
1.Vila de Óbidos
Óbidos, Portugal
Presente
Abril de 2013
Márcia Moraes (colega de trabalho de Magda)
Curiosidade
e informações:
Óbidos é uma vila portuguesa
da sub-região do Oeste, região Centro,
fazendo parte da Região de Turismo do Oeste, com cerca de 3
300 habitantes. Ao contrário do que se possa pensar, o nome Óbidos não deriva
da parônima
óbitos, mas sim do termo latino oppidum, significando «cidadela», «cidade
fortificada». Nas suas proximidades ergue-se a povoação romana de Eburobrittium.
Terá sido tomada aos Mouros em 1148, e recebido a
primeira carta de foral
em 1195,
sob o reinado de D. Sancho I. Óbidos fez parte do dote de
inúmeras rainhas de Portugal, designadamente Urraca de
Castela (esposa de D. Afonso II), Rainha Santa Isabel
(esposa de D. Dinis), Filipa de Lencastre (esposa de D. João I), Leonor de Aragão (esposa de D. Duarte), Leonor de Portugal (esposa de D. João II), entre outras.
Em 1527, viviam 161 habitantes na vila, o que corresponderia a
cerca de 1/10 da população do município. A área amuralhada era já nessa época
idêntica à atual, ou seja, 14,5 ha.
Foi de Óbidos que nasceu o conselho das Caldas da
Rainha, anteriormente chamado de Caldas de Óbidos (a mudança do
determinativo ficou a dever-se às temporadas que aí passou a rainha D. Leonor).
A 16 de
Fevereiro de 2007,
o castelo da cidade recebeu o diploma de
candidata como uma das sete maravilhas de Portugal.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%93bidos_%28Portugal%29
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Óbidos, Portugal
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Lissboa (1)
1. Bandeira de Portugal
Lisboa, Portugal
Presente
Setembro de 2011
Neimar Fernandes (irmão)
Curiosidade
e informações:
Portugal, oficialmente República Portuguesa, é um país localizado no
Sudoeste da Europa,
cujo território se situa na zona ocidental da Península Ibérica e em arquipélagos no Atlântico Norte.
Lisboa é a capital,
bem como a maior e mais importante cidade de Portugal.
Considerada uma cidade global alfa, Lisboa é também a capital
do Distrito e da Área Metropolitana de mesmo nome.
A
Bandeira de Portugal é a bandeira
nacional da República Portuguesa. A conjugação do novo
dominio de cores,
especialmente o uso do verde, não era tradicional na composição da Bandeira
Nacional Portuguesa e representou uma mudança radical de inspiração
republicana, que rompeu o vínculo com a bandeira monárquica religiosa.
A
explicação para as cores verde e vermelho que compõem o campo de fundo surgiram durante o
período do Estado Novo, o regime nacionalista
autoritário que detinha o poder entre 1933 e 1974. Alega que o verde
representa a esperança do povo português, enquanto que o vermelho representava
o sangue dos que morreram servindo a nação. Fontes acreditam que esses
significados nobres não correspondem à verdade e são nada mais do que
propaganda, para fornecer uma justificação honrosa para sua escolha de cores.
A esfera
armilar foi um importante instrumento astronómico e de navegação para os
marinheiros portugueses que se aventuraram em mares desconhecidos, durante a Era dos Descobrimentos. Tornou-se, assim, o
símbolo do período mais importante da nação, as descobrimentos portugueses.
O
escudo português assenta sobre a esfera armilar. É o principal símbolo
português, bem como um dos mais antigos, com os primeiros elementos do escudo
actual a aparecerem durante o reinado de D. Sancho I. A evolução da bandeira portuguesa
está inerentemente associada com a evolução do escudo.
Dentro
de uma borda branca, cinco quinas (pequenos escudos azuis), com seus cinco
besantes brancos representam as cinco chagas de Cristo quando crucificado e
popularmente associadas com o "Milagre de Ourique". A história
associada com este milagre conta que antes da Batalha de Ourique (25 de Julho
de 1139), um velho
eremita apareceu diante de Conde Afonso Henriques (futuro Afonso I de Portugal) como um mensageiro
divino. Previu a vitória de Afonso Henriques e garantiu-lhe que Deus estava
olhando por ele e seus pares. O mensageiro aconselhou-o a afastar-se de seu
acampamento, sozinho, se ouvisse o sino da capela próxima a tocar na noite
seguinte. Ao fazer isso, testemunhou uma aparição de Jesus na cruz. Eufórico,
ouviu Jesus prometendo vitórias para as batalhas que viessem, dizendo que Deus
desejava agir através de Afonso e seus descendentes, a fim de criar um império
que levaria seu nome para terras desconhecidas, escolhendo o português para
realizar grandes tarefas.
Impulsionado
por esta experiência espiritual, Afonso Henriques ganhou a batalha contra um
inimigo poderoso. Diz a lenda que Afonso Henriques matou os cinco reis mouros das taifas de Sevilha,
Badajoz, Elvas, Évora e Beja, antes de dizimar as tropas inimigas. Assim, em
gratidão a Jesus, incorporou cinco escudos (quinas) dispostos em forma de uma
cruz, representando a vitória divina conduzida sobre os cinco reis inimigos
cada um carregando com as cinco chagas de Cristo na forma de besantes de
prata. A soma de todos os besantes (sendo os besantes centrais contados duas
vezes) daria trinta, simbolizando os 30 dinheiros que Judas
teria recebido pela traição a Jesus Cristo.
No
entanto, as evidências indicam que o número de besantes em cada quina foi
superior a cinco durante longos períodos a seguir ao reinado de Dom Afonso Henriques,20
bem como o facto de que somente no século XV, esta lenda ser registada numa
crônica de Fernão Lopes (1419), suporta esta explicação como um
puro mito altamente carregado de sentimento patriótico no sentido de que
Portugal foi criado por uma intervenção divina e estava destinado a grandes
feitos.
Os
sete castelos são tradicionalmente considerados um símbolo das vitórias
portuguesas sobre os seus inimigos mouros, durante o reinado de D. Afonso III, que supostamente conquistou
sete fortalezas inimigas durante a conquista do Algarve,
concluída em 1249. No entanto, esta explicação é fraca, uma vez que este rei
não tinha sete castelos na sua bandeira, mas sim, um número não especificado.
Algumas reconstruções exibem cerca de dezesseis castelos, sendo este número
alterado para doze em 1385, e sendo apenas fixado em sete em 1485. Uma hipótese
sobre a origem dos castelos na borda vermelha encontra-se nos laços de família
de D. Afonso III com Castela (sua mãe e segunda mulher
eram castelhanas), cujos brasões consistiam num castelo dourado sobre um campo
vermelho.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal
e http://pt.wikipedia.org/wiki/Bandeira_de_Portugal
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