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sábado, 23 de dezembro de 2017

sábado, 24 de dezembro de 2016

Chicago (1)

The Windy City
Chicago, IL, Estados Unidos
Presente
24 de dezembro de 2016
Paulo Suassuna (amigo da família)

domingo, 13 de dezembro de 2015

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

domingo, 2 de fevereiro de 2014

terça-feira, 20 de agosto de 2013

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Roma (2)

Fontana di Trevi 

Basílica de San Pedro

dei Fori Imperiali (antiga Via dell'Impero)

Trinità dei Monti ou Santi Trinità dei Monti

Colisseu
2.  Lugares Históricos de Roma
Roma, Itália
Presente
9 de junho de 2013
Paulo Suassuna (amigo da família)


Curiosidade e informações:
A Fontana di Trevi é a maior (cerca de 26 metros de altura e 20 metros de largura) e mais ambiciosa construção de fontes barrocas da Itália e está localizada na rione Trevi, em Roma.
No ano 19 a.C., supostamente ajudados por uma virgem, técnicos romanos localizaram uma fonte de água pura a pouco mais de 22 quilômetros da cidade. A água desta fonte foi levada pelo menor aqueduto de Roma, diretamente para os banheiros de Marco Vipsânio Agripa e serviu a cidade por mais de 400 anos.
O "golpe de misericórdia" desferido pelos invasores godos em Roma foi dado com a destruição dos aquedutos, durante as Guerras Góticas. Os romanos durante a Idade Média tinham de abastecer-se da água de poços poluídos, e da pouco límpida água do rio Tibre, que também recebia os esgotos da cidade.
O antigo costume romano de erguer uma bela fonte ao final de um aqueduto que conduzia a água para a cidade foi reavivado no século XV, com o Renascimento. Em 1453, o Papa Nicolau V, determinou que fosse consertado o aqueduto de Acqua Vergine, construindo ao seu final um simples receptáculo para receber a água, num projeto feito pelo arquiteto humanista Leon Battista Alberti.
A última contribuição de Bernini foi reposicionar a fonte para o outro lado da praça a fim de que esta ficasse defronte ao Palácio do Quirinal (assim o Papa poderia vê-la e admirá-la de sua janela).
A Via dei Fori Imperiali (antiga Via dell'Impero) é uma estrada no centro da cidade de Roma, Itália, que é executado em uma linha reta a partir da Piazza Venezia para o Coliseu. Seu curso Toma-o sobre partes do Fórum de Trajano, Fórum de Augusto e Fórum de Nerva, partes do qual podem ser vistos em ambos os lados da estrada. Desde os anos 1990, tem havido uma grande quantidade de escavação arqueológica em ambos os lados da estrada, como significativos permanecem relíquias imperiais romanas que podem ser encontrados debaixo dela.
A Via dei Fori Imperiali foi construído por ordem do ditador fascista, Benito Mussolini, desde 1924-1932 a simbólica e fisicamente ligar seu escritório no Palazzo Venezia com o assento do antigo poder romano nas instâncias Imperial e do Coliseu. O nome original da estrada era a Via dell'Impero. Mussolini, a cavalo, cortou a fita de abrir a estrada em 09 de abril de 1932 e liderou um desfile militar com os veteranos da Primeira Guerra Mundial I. Após o fim da II Guerra Mundial, a estrada foi renomeado para seu nome atual. Ele continua a ser usado para desfiles militares até o presente, com um desfile em comemoração a fundação da moderna República Italiana Anualmente, realizada em 2 de junho.
Trinità dei Monti ou Santi Trinità dei Monti deve ser a mais fotografada das igrejas de Roma, o cartão-postal, já que se localiza no alto da Piazza di Spagna e da monumental escadaria chamada Espanhola, que se deveu em 1723 - 1726 ao arquiteto Francesco de Sanctis, e continua sendo o ponto de encontro dos romanos e dos turistas, de dia e de noite.
A igreja, que domina com as torres de sua fachada a Piazza di Spagna, foi fundada pelo rei Carlos VIII de França. A construção teve início em 1502 mas só foi terminada em 1587 pelo arquiteto Domenico Fontana, que completou a escadaria dupla e a adornou com capitéis e relevos narrando a vida de alguns santos.
Um dos mais importantes afrescos da cidade de Roma está no interior: é a «Deposição da Cruz», de 1541, por Daniele da Volterra (1509-1566) que perdeu um pouco do frescor ao ser transferido para tela. A influência do mestre do pintor, Michelangelo, está evidente nos corpos musculosos das figuras masculinas.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Roma

Lisboa (3)

Galo de Barcelos

Bandeira de Portugal

Pontos turísticos em Portugal
3.Galo de Barcelos
Lisboa, Portugal
Presente
17 de junho de 2013
Paulo Suassuna (amigo da família)


Curiosidade e informações:
A lenda do Galo de Barcelos narra a intervenção milagrosa de um galo morto na prova da inocência de um homem erradamente acusado. Está associada ao cruzeiro seiscentista que faz parte do espólio do Museu Arqueológico, situado no Paço dos Condes de Barcelos.
Segundo a lenda, os habitantes de Barcelos andavam alarmados com um crime, do qual ainda não se tinha descoberto o criminoso que o cometera. Certo dia, apareceu um galego que se tornou suspeito. As autoridades resolveram prendê-lo, apesar dos seus juramentos de inocência, que estava apenas de passagem em peregrinação a Santiago de Compostela, em cumprimento duma promessa.
Condenado à forca, o homem pediu que o levassem à presença do juiz que o condenara. Concedida a autorização, levaram-no à residência do magistrado, que nesse momento se banqueteava com alguns amigos. O galego voltou a afirmar a sua inocência e, perante a incredulidade dos presentes, apontou para um galo assado que estava sobre a mesa e exclamou: "É tão certo eu estar inocente, como certo é esse galo cantar quando me enforcarem."
O juiz empurrou o prato para o lado e ignorou o apelo, mas quando o peregrino estava a ser enforcado, o galo assado ergueu-se na mesa e cantou. Compreendendo o seu erro, o juiz correu para a forca e descobriu que o galego se salvara graças a um nó mal feito. O homem foi imediatamente solto e mandado em paz.
Alguns anos mais tarde, o galego teria voltado a Barcelos para esculpir o Cruzeiro do Senhor do Galo em louvor à Virgem Maria e a São Tiago, monumento que se encontra no Museu Arqueológico de Barcelos. Este também é representado pelo artesanato minhoto, geralmente de barro, conhecida por galo de Barcelos e é um símbolo de Portugal e foi adotado pelo Gil Vicente como sua mascote.
Fonte: pt.wikipedia.org/wiki/Lenda_do_Galo_de_Barcelos

Madrid (1)

Flamenco
6. Flamenco
Madrid, Espanha
Presente
20 de junho de 2013
Paulo Suassuna (amigo da família)

Curiosidade e informações:
Madrid é a capital e a maior cidade da Espanha, tal como o município de Madrid e a Comunidade autónoma de Madrid. A cidade foi edificada junto às margens do rio Manzanares, no centro do país. Devido à sua localização geográfica e histórica, é juntamente com Lisboa um dos centros econômicos e políticos da Península Ibérica.
O flamenco é a música e a dança cujas origens remontam às culturas cigana e mourisca, com influência árabe e judaica. A cultura do flamenco é associada principalmente à região da Andaluzia na Espanha, assim como Múrcia e Estremadura, e tornou-se um dos símbolos da cultura espanhola. Em 16 novembro de 2010 o Flamenco foi declarado Património Imaterial da Humanidade.
Originalmente, o flamenco consistia apenas de canto (cante) sem acompanhamento. Depois começou a ser acompanhado por violão, ou guitarra clássica (toque), palmas, sapateado e dança (baile). O "toque" e o "baile" podem também aparecer sem o "cante", embora o canto permaneça no coração da tradição do flamenco. Mais recentemente outros instrumentos como o "cajón" (ou adufe, em português uma caixa de madeira usada como percussão) e as castanholas foram também introduzidos.
Muitos dos detalhes do desenvolvimento do flamenco foram perdidos na história da Espanha e existem várias razões para essa falta de evidências históricas:
·         -Os tempos turbulentos dos povos envolvidos na cultura do flamenco. Os Mouros, os Ciganos e os judeus foram todos perseguidos pela inquisição espanhola em diversos tempos
·         -Os ciganos possuíam principalmente uma cultura oral. As suas músicas eram passadas às novas gerações através de atuações em comunidade
·         -O flamenco não foi considerado uma forma de arte, sobre a qual valesse a pena escrever durante muito tempo. Durante a sua existência, o flamenco esteve dentro e fora de moda por diversas vezes.
Foi nesta situação social e economicamente difícil que as culturas musicais de judeus, ciganos e mouros começaram a fundir-se no que se tornaria a forma básica do flamenco: o estilo de cantar dos mouros, que expressava a sua vida difícil na Andaluzia, as diferentes "compas" (estilos rítmicos), palmas ritmadas e movimentos de dança básicos. Muitas das músicas flamencas ainda se  refletem o espírito desesperado, a luta, a esperança, o orgulho e as festas noturnas durante essa época. Música mais recente de outras regiões de Espanha, influenciaram e foram influenciadas pelo estilo tradicional do flamenco.
A primeira vez que o flamenco foi mencionado na literatura, remonta a 1774 no livro "Cartas marruecas" de José Cadalso. No entanto a origem do termo "flamenco" continua a ser assunto bastante debatido. Muitos pensam que se trata de um termo espanhol que originalmente significava flamengo ("flamende"). Contudo, existem outras teorias. Uma das quais, sugere que a palavra tem origem árabe, retirada das palavras "felag mengu" (que significa algo como "camponês de passagem" ou fugitivo camponês")
Durante a chamada época de ouro do flamenco, entre 1869 e 1910, o flamenco desenvolveu-se rapidamente nos chamados "cafés cantantes". Os dançarinos de flamenco também se tornaram numa das maiores atrações para o público desses cafés. Ao mesmo tempo, os guitarristas que acompanhavam esses dançarinos, foram ganhando reputação e dessa forma, nasceu, como uma arte própria, a guitarra do flamenco. Julián Arcas foi um dos primeiros compositores a escrever música flamenca especialmente para a guitarra.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Flamenco

Barcelona (3)


3. Barcelona 2

Barcelona, Espanha
Presente
5 de junho de 2013
Paulo Suassuna (amigo da família)

domingo, 31 de julho de 2011

Buenos Aires (4)



4.La Boca
Buenos Aires, Argentina
junho de 2011
Presente
Paulo Suassuna (amigo)



Curiosidades e informações:
La Boca é um bairro da cidade argentina de Buenos Aires, que por sua localização próxima ao porto, foi habitada por muitos estrangeiros que chegavam pelo porto para trabalhar. O bairro possui duas grandes atrações: O estádio do Boca Juniors (La Bombonera), o segundo time com maior quantidade de torcedores da Argentina (o mais importante e o Club Atlético River Plate no bairro de Nuñez) e conhecido por serem absurdamente fanáticos por futebol, e o Caminito, onde parte do bairro foi restaurada. O Caminito tem uma característica peculiar: as casas são contruídas com tábuas de madeira, placas e telhas de metal e pintados com muitas cores. Isso porque, quando os estrangeiros - principalmente espanhóis e italianos - construíam suas casas, usavas as tintas que sobravam dos navios do porto para pintá-las.
Os imigrantes italianos eram em grande parte genoveses. Eles criaram em La Boca os dois futuros clubes mais populares do país: não só o Boca Juniors, mas também o River Plate foi criado no bairro, posteriormente mudando-se para a área mais nobre de Belgrano. A rivalidade originou-se justamente da proximidade entre os dois clubes, só depois se acentuando em razão de o River passar a representar a elite portenha, enquanto o Boca popularizou-se como o clube dos operários.
La Boca, em 1882, era habitado quase que exclusivamente por imigrantes genoveses. Por desentendimentos nas relações de trabalho, promoveram uma greve geral. No trancurso da greve, como todos eram da mesma origem, declararam La Boca como região autônoma. Pensavam-na como a República de San Marino. Passo seguinte comunicaram ao rei Victor Manuel da Italia (há poucos anos unificada), ensejando o reconhecimento como nova nação. O presidente da Argentina Julio Argentino Roca pessoalmente - acompanhando o exército argentino - promoveu a dissuasão dos habitantes e retirou a bandeira genovesa que fora içada . Ainda hoje reunem-se em La Boca simbolicamente Presidente e Ministério da República Independiente de La Boca.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/La_Boca

Buenos Aires (3)



3.Caminito
Buenos Aires, Argentina
junho de 2011
Presente
Paulo Suassuna (amigo)



Curiosidades e informações:
Caminito é uma rua-museu e um logradouro tradicional, de grande valor cultural e turístico, localizado no bairro de La Boca, na Cidade de Buenos Aires, Argentina. O lugar adquiriu significado cultural devido a ter inspirado a música do famoso tango Caminito (1926), composta por Juan de Dios Filiberto.
Ao contrário, a letra do conhecido tango, escrita por Gabino Coria Peñaloza, está inspirada num caminho da localidade de Olta, na província de La Rioja. Por esta razão e em homenagem a Coria Peñaloza, em 1971 uma rua da localidade de Chilecito recebeu também o nome de "Caminito".Encontra-se no pitoresco bairro de La Boca.
Em 1950, um grupo de vizinhos, entre os quais se encontrava o conhecido pintor boquense Benito Quinquela Martín, decidiram recuperar o lugar. Em 1959, na iniciativa de Quinquela Martín, o governo municipal construiu ali uma rua museu, com o nome que lhe havia posto o tango, Caminito.Um bom dia me veio a ideia de converter este pardieiro em uma rua alegre. Consegui que fossem pintadas todas as casas de material ou de madeira e zinco as quais dão seus fundos para este estreito caminho(...)E o velho pardieiro, foi uma alegre e formosa rua, com o nome da formosa canção e nela se instalou um grande Museu de Arte, no qual se podem admirar às obras de renomados artistas, doadas por seus autores generosamente. As casas de madeira e chapa cuja frente dá para o Caminito, respondem ao estilo do tradicional conventillo boquense, un tipo de vivenda popular precária a qual caracterizou ao bairro desde suas origens a fins do século XIX, como centro de residência de inmigrantes genoveses. Devido a seu valor cultural, as mesmas estão subsidiadas pelo Estado, o qual permite garantir un mantimento o qual os escassos recursos dos moradores do bairro não poderiam realizar. Se encontram pintadas de cores brilhantes, um costume do bairro o qual foi difundido pelo destacado pintor boquense Benito Quinquela Martín. A importância cultural do lugar fez de Caminito um centro cultural e turístico en si mesmo. No lugar se podem ver pares de tango que dançam sobre seus paralelepípedos. Ali se instala um mercado artesanal em que se vendem pinturas, souveniers, artesanato, pinturas naif e colagens com imagens do bairro de La Boca. Um par de placas à entrada de Caminito dizem, incorretamente, que o tango estreou em 1923, quando em realidade foi em 1926.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Caminito

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Colônia de Sacramento (2)



2.Colônia de Sacramento
Colônia de Sacramento, Uruguai
Presente
Junho de 2011
Paulo Suassuna (amigo)

Curiosidades e informações:
Colônia do Sacramento é uma cidade do Uruguai, capital do departamento de Colônia. Tem origem na antiga cidade de Colônia do Santíssimo Sacramento fundada há 332 anos por Manuel Lobo, a mando do Império Português no século XVII. A área onde localiza-se a fundação portuguesa hoje faz parte do Centro Histórico, reconhecido pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade. Colônia do Sacramento é hoje um dos destinos turísticos mais importantes do Uruguai, recebendo milhares de visitantes por ano. A localização da cidade é privilegiada para receber turistas, uma vez que se encontra a uma hora de barco desde Buenos Aires e a duas horas em carro desde Montevidéu.
Em reconhecimento ao valor histórico de Colônia, foi criado em 1969 um Conselho Executivo Honorário para a conservação e restauro da cidade antiga. Na década de 1970 foram restauradas a Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento e também o portão de armas e parte da muralha, reconstruída parcialmente com as pedras originais. No seu relatório sobre a cidade histórica, o comitê avaliador da UNESCO considerou que o trabalho de restauro foi efetivo e garantiu a autenticidade da zona o que, junto com o valor histórico do conjunto, levou à declaração do bairro histórico de Colônia do Sacramento como Patrimônio da Humanidade em 1995. Segundo o comitê, Colônia do Sacramento é um exemplo excepcional de povoado de fronteira que mostra, em seu traçado urbano e edifícios, uma mistura única entre as tradições portuguesa e espanhola
O desenho urbano de Colônia, derivado da época portuguesa, é único na região por não obedecer o rígido padrão de "tabuleiro de xadrez" das fundações espanholas no Novo Mundo. Assim, o traçado das ruas está adaptado à topografia e também a estruturas já não existentes, como a antiga cidadela. O casario inclui bons exemplares dos séculos XVII, XVIII e XIX; as casas da época portuguesa caracterizam-se pelas paredes de pedra maciça e pelos telhados de duas ou quatro águas, enquanto que as do período espanhol são de tijolos e tem tetos planos.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Col%C3%B4nia_do_Sacramento